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Guia do Usuário da Calandra de Chapas de 3 Rolos
Guia do Usuário da Calandra de Chapas de 3 Rolos
2026-06-02


A Máquina Curvadora de Chapas de 3 Rolos é um equipamento muito comum na conformação de chapas metálicas, usada principalmente para laminar chapas planas em formas cilíndricas, arqueadas e cônicas. É amplamente aplicada em setores como vasos de pressão, torres de turbinas eólicas, chaminés, tubulações, equipamentos de ventilação, estruturas metálicas e fabricação de máquinas. Seu valor central não está apenas em “rolar chapas”, mas também em concluir o processo de conformação com eficiência e estabilidade, garantindo circularidade, retitude, precisão de ponta a ponta e qualidade superficial.
Este guia apresenta uma explicação sistemática sob vários aspectos, incluindo identificação do equipamento, verificações pré-partida, operação prática, controle de processo, tratamento de diferentes materiais, manutenção, solução de problemas e precauções de segurança.
1. Visão Geral do Equipamento
As curvadoras de chapas de três rolos são equipamentos-chave usados para laminar chapas metálicas em peças cilíndricas, arqueadas ou cônicas.
São amplamente utilizadas em:
Estruturas metálicas (cilindros, tubos)
Vasos de pressão
Torres de turbinas eólicas
Construção naval
Equipamentos petroquímicos
Tipos comuns:
Simétrica (três rolos simétrica)
Assimétrica (três rolos assimétrica)
Tipo universal com rolo superior (a mais comum)
2. Princípio de Funcionamento de uma Curvadora de Três Rolos
Princípio básico: três pontos formam um círculo.
Rolo superior: rolo de acionamento (gira)
Rolo inferior/rolo lateral: ajusta a posição para formar o raio de curvatura.
Sob a ação dos três rolos, a chapa metálica fina sofre deformação plástica contínua, formando gradualmente um arco.
A curvadora de três rolos aplica força de flexão contínua à chapa por meio dos eixos dos rolos, fazendo com que a chapa sofra deformação plástica gradual. À medida que a chapa passa repetidamente entre os eixos dos rolos, as fibras externas são tracionadas e as internas são comprimidas, formando por fim a curvatura desejada.
1) Curvadora Simétrica de Três Rolos:
O rolo superior fica no meio e os rolos inferiores ficam em ambos os lados.
Estrutura simples e preço relativamente baixo.
Adequada para laminação cilíndrica geral.
Capacidade fraca de pré-curvatura das extremidades, normalmente exigindo abaulamento.
2) Curvadora Assimétrica de Três Rolos:
As posições dos rolos superior e inferior não são totalmente simétricas.
Geralmente oferece melhor efeito de pré-curvatura.
Adequada para aplicações que exigem alta precisão de conformação.
3) Curvadora de Três Rolos Totalmente Hidráulica ou CNC:
Operação mais estável e controle mais preciso.
Permite ajuste programado, memória de parâmetros e posicionamento automático.
Mais adequada para produção em lote e de precisão.
3. Estrutura da Curvadora de Três Rolos
1) Sistema mecânico
Rolo superior: acionamento principal
Rolo inferior: suporte
Rolos laterais: ajuste de curvatura
Estrutura inclinada: descarga
Estrutura: sustentação geral
2) Sistema hidráulico
Cilindro hidráulico: aciona os rolos laterais/rolos inferiores
Estação de bombeamento hidráulico
Válvula de controle de pressão
3) Sistema de controle elétrico
Sistema PLC/CNC
Painel de operação: Manual/Automático
Encoder: detecção de posição
4. Instruções Pré-uso
Antes da operação formal, o operador deve ter clareza, no mínimo, sobre o seguinte:
1) Parâmetros da chapa
É necessário confirmar:
Tipo de material: aço carbono, aço inoxidável, chapa de alumínio, chapa galvanizada etc.
Espessura da chapa
Largura da chapa
Comprimento da chapa
Limite de escoamento do material
Se passou por recozimento ou tratamento de revestimento superficial
Se a peça é cônica, elíptica ou de outro formato especial
2) Capacidade nominal do equipamento
Não observe apenas a “espessura máxima”; considere também:
Sob qual resistência do material é possível atingir a capacidade máxima de laminação?
Para qual largura de chapa a capacidade máxima de laminação é aplicável?
Diâmetro mínimo laminável
É permitida laminação a frio?
Aplicável a extremidades pré-curvadas
Muitos usuários enfrentam problemas não por dano ao equipamento, mas porque ele está sendo utilizado além das especificações.
Por exemplo:
Mesmo com chapa de aço de 10 mm, a dificuldade de laminação entre uma chapa Q235 e uma chapa de aço de alta resistência é drasticamente diferente. O aço inoxidável tem recuperação elástica mais acentuada que o aço carbono comum. Embora a chapa de alumínio seja mais macia, ela é propensa a riscos na superfície.
3) Requisitos de conformação
Antes de iniciar a máquina, é preciso esclarecer:
Qual é o diâmetro do produto acabado?
É um círculo completo ou apenas um arco parcial?
As duas extremidades precisam ser soldadas por topo?
É exigido altíssimo grau de circularidade?
Uma pequena ovalização é aceitável?
É necessário corte em bisel?
5. Checklist Pré-partida
Esta etapa é crucial. Muitas falhas de equipamento e acidentes de segurança são causados por verificações insuficientes antes de energizar.
1) Verificação do sistema mecânico
Inspecione a superfície de cada rolo quanto a amassados, trincas, respingos de solda e rebarbas.
Verifique se os eixos dos rolos giram livremente, sem travamento.
Verifique se a estrutura e os chumbadores estão soltos.
Verifique se todos os parafusos de fixação estão bem apertados.
Verifique se os trilhos-guia, deslizadores, fusos de avanço e mecanismo de elevação estão devidamente lubrificados.
2) Verificação do sistema hidráulico
Verifique se o nível do óleo hidráulico está normal.
Verifique se o óleo está escurecido, emulsificado ou com impurezas.
Verifique vazamentos nas linhas hidráulicas, conexões e cilindros.
Verifique se a bomba de óleo apresenta ruído anormal.
Verifique se a pressão está estável.
Verifique se a temperatura do óleo está dentro da faixa razoável.
3) Inspeção do sistema elétrico
Verifique se a tensão de alimentação está estável.
Verifique se o botão de parada de emergência está funcional.
Verifique se os movimentos de avanço/retorno, elevação e ajuste estão normais.
Verifique o interior do painel elétrico quanto a poeira, umidade ou marcas de queimadura.
Verifique se todos os fins de curso e sensores estão funcionando corretamente.
4) Inspeção dos dispositivos de segurança
Verifique se o botão de parada de emergência está sensível.
Verifique se a proteção está íntegra.
Verifique se o pedal é confiável.
Verifique se os botões bimanuais estão operacionais.
Verifique se há objetos estranhos próximos aos rolos superior e inferior.
Verifique se a área de trabalho está limpa.
6. Procedimentos de Operação (Etapas Padrão)
A seguir está a sequência geralmente aceita das operações de laminação de chapas. A sequência pode variar ligeiramente conforme o modelo do equipamento, mas os princípios básicos permanecem os mesmos.
Etapa 1: Ligar o Equipamento
Conecte a alimentação principal.
Verifique se o sistema de controle foi energizado corretamente.
Faça um teste em vazio em baixa velocidade para confirmar:
A elevação do rolo superior está normal.
O ajuste do rolo lateral está normal.
A rotação do rolo inferior está normal.
A rotação para frente e para trás está normal.
A função de parada de emergência está eficaz.
Etapa 2: Selecionar as Posições Adequadas dos Rolos
Ajuste as posições dos rolos superior e inferior de acordo com a espessura da chapa e o diâmetro-alvo.
Os princípios são os seguintes:
Quanto mais espessa a chapa, maior geralmente deve ser a abertura inicial.
Quanto menor o diâmetro-alvo, maior a quantidade de curvatura necessária.
Quando for necessária a pré-curvatura, as posições dos rolos e das extremidades da chapa devem corresponder corretamente.
Os métodos de posicionamento diferem entre equipamentos simétricos e assimétricos. Siga as instruções de operação do equipamento.
Etapa 3: Colocação e Posicionamento do Material
Coloque a chapa suavemente no equipamento.
Certifique-se de que a borda da chapa fique paralela ao rolo.
Alinhe a linha central da chapa com a linha central do equipamento.
Se estiver usando dispositivo guia, ajuste primeiro sua posição.
Evite que a chapa entre em ângulo, para prevenir “desvio” ou “laminação torta”.
Etapa 4: Pré-curvatura antes da laminação
Esta é uma etapa crucial. Ao enrolar a chapa, as extremidades normalmente não se curvam naturalmente até a posição correta, deixando “bordas retas”. Portanto, normalmente é necessário pré-curvar as duas extremidades.
Pontos da pré-curvatura:
Primeiro, pressione a extremidade da chapa até o ângulo de curvatura adequado.
Minimize as bordas retas nas extremidades da chapa.
A profundidade da pré-curvatura deve corresponder ao diâmetro-alvo.
O ângulo de pré-curvatura em ambas as extremidades deve ser o mais consistente possível. Caso contrário, a borda final ficará desalinhada ou oval.
Etapa 5: Laminação formal
Inicie a rotação dos rolos.
Pressione lentamente para baixo ou ajuste os rolos laterais.
Observe o estado de laminação da chapa.
Se necessário, faça a laminação de ida e volta várias vezes.
Aproxime-se gradualmente do raio-alvo, em vez de levar tudo à posição correta de uma vez.
Etapa 6: Correção e Arredondamento
Após laminar até perto da dimensão-alvo, é necessário fazer o ajuste fino:
Verifique se o diâmetro atende aos requisitos.
Verifique se a folga na junção é uniforme.
Verifique se a circularidade é consistente.
Verifique se as bordas da chapa estão desalinhadas.
Se necessário, faça um segundo arredondamento.
Etapa 7: Descarga
Confirme que os rolos pararam de girar.
Alivie a pressão.
Remova a peça com auxílio de ponte rolante ou ajuda manual.
Peças grandes devem ser içadas com equipamento de elevação apropriado ou estruturas de apoio.
É estritamente proibido colocar as mãos no vão entre os rolos para retirar o material à força.
7. Técnicas Centrais de Operação da Curvadora de Chapas de Três Rolos
A chave para usar bem uma curvadora de chapas de três rolos está no controle do processo, e não apenas em “conseguir enrolar”.
1) Controle da pré-curvatura:
Uma pré-curvatura insuficiente deixará bordas retas visíveis.
Uma pré-curvatura excessiva causará deformação localizada, dificultando a formação de um formato circular e podendo até gerar bordas onduladas.
Na prática, deve-se fazer uma avaliação completa com base na espessura do material, limite de escoamento, diâmetro do rolo e estrutura do equipamento.
Na maioria das condições de operação, a pré-curvatura deve alcançar os seguintes efeitos:
Bordas retas mais curtas em ambas as extremidades
Curvatura simétrica nas duas extremidades
Quantidade de pré-curvatura estável e consistente
2) Controle do ângulo de alimentação
Quando a chapa entra no transporte de rolos, ela deve ser mantida:
Paralela aos rolos
Alinhada com a linha central
Sem empenamento na superfície da chapa
Sem inclinação nas bordas da chapa
Se o ângulo de alimentação estiver incorreto, o produto final normalmente apresentará:
Desvio de cone
Um lado apertado, o outro frouxo
Cilindro torcido
Junções irregulares
3) Conformação em etapas, evitando pressão rápida
Muitos iniciantes gostam de pressionar vários comandos ao mesmo tempo, o que pode facilmente causar:
Excesso de curvatura local
Enrugamento da superfície da chapa
Riscos na superfície do material
Aumento da ovalização do cilindro
O método correto é:
Primeiro, pressione levemente e observe a tendência de curvatura
Aprofunde gradualmente a curvatura
Verifique os resultados após cada ajuste
Usar o método de “vários pequenos ajustes” é mais confiável
4) Atenção ao retorno elástico
Materiais diferentes têm forças de retorno elástico diferentes.
O aço carbono tem retorno elástico relativamente pequeno.
O aço inoxidável tem maior retorno elástico.
O aço de alta resistência tem retorno elástico mais acentuado.
Devido às diferenças nas propriedades dos materiais, a resiliência das ligas de alumínio varia significativamente.
Portanto, ao laminar até o diâmetro-alvo, não se deve considerar apenas a dimensão instantânea, mas também o retorno elástico após o alívio da pressão; pode ser necessário compensar com sobrelaminação.
5) Controle da qualidade superficial
Se for exigido alto acabamento superficial, observe o seguinte:
A superfície do rolo está limpa?
Há respingos de solda ou limalhas de ferro?
Há partículas duras presas entre a chapa e a superfície do rolo?
Há marcas de fixação da chapa?
Para chapas de aço inoxidável ou alumínio, o ideal é evitar contato com objetos duros e riscos causados por sujeira.
Portanto, ao laminar até o diâmetro-alvo, não se deve considerar apenas a dimensão instantânea, mas também o retorno elástico após o alívio da pressão. Pode ser necessário compensar com sobrelaminação.
6) Controle da qualidade superficial
Se for exigido alto acabamento superficial, observe o seguinte:
A superfície do rolo está limpa?
Há respingos de solda ou limalhas de ferro?
Há partículas duras presas entre a chapa e a superfície do rolo?
Há marcas de fixação do material?
Para chapas de aço inoxidável ou alumínio, o ideal é evitar contato com objetos duros e riscos causados por sujeira.
8. Pontos Principais para Laminação de Diferentes Materiais
1) Chapa de aço carbono
Características:
Boa plasticidade.
Adequada para a maioria dos processos convencionais de laminação.
Baixo retorno elástico, tecnologia madura.
Cuidados:
Prestar atenção à tonelagem do equipamento ao processar chapas espessas.
A camada de óxido nas bordas pode afetar facilmente a superfície.
Prestar atenção ao alívio de tensões em chapas estruturais soldadas.
2) Chapa de aço inoxidável
Características:
Alto retorno elástico.
A superfície risca facilmente.
Exige maior precisão de conformação.
Cuidados:
A superfície do rolo deve estar limpa.
Evite pressionar objetos duros contra a superfície.
A pré-curvatura e a compensação devem ser mais precisas.
Evite amassamento e riscos na superfície durante a descarga.
3) Chapa de alumínio
Características:
Material mais macio.
Propenso a amassados na superfície.
Danifica-se facilmente com pressão excessiva.
Exige superfícies de rolo de alta qualidade.
Cuidados:
A superfície do rolo deve estar livre de rebarbas.
A força de fixação não deve ser excessiva.
Evite pressão repetida.
Durante transporte e içamento, use embalagem macia para proteção.
4) Aço de alta resistência
Características:
Alto limite de escoamento.
Exige maior força de conformação.
Retorno elástico significativo.
Aumenta facilmente a carga do equipamento.
Cuidados:
Não exceda as especificações.
A capacidade nominal do equipamento deve ser verificada.
O processo de laminação deve ser mais suave e mais lento.
Os sistemas hidráulico e de acionamento do equipamento suportam cargas maiores, exigindo monitoramento próximo da elevação de temperatura e da pressão.
9. Pontos Principais para Usinagem de Peças Cônicas, Arqueadas e Especiais
1) Laminação Cônica
A laminação cônica é mais complexa do que a laminação circular porque as circunferências das duas extremidades são diferentes, exigindo que a chapa seja enrolada em forma de cone.
Pontos-chave:
O ângulo de alimentação da chapa deve ser deslocado de acordo com os requisitos de conicidade.
As quantidades de avanço em ambos os lados da chapa devem ser diferentes.
É necessário um dispositivo de laminação cônica ou ferramentas especiais.
As dimensões das extremidades maior e menor precisam ser definidas primeiro.
Quanto mais longo o cone e menor o ângulo do cone, mais crítico se torna o controle.
2) Laminação em Arco
Se for necessário apenas um arco parcial, e não um círculo completo:
Defina o raio de curvatura-alvo.
Controle o comprimento de entrada.
Faça a conformação em segmentos várias vezes.
Mantenha o comprimento do arco consistente.
3) Chapas de Grande Diâmetro
Chapas de maior diâmetro são propensas a:
Rugas
Bordas onduladas
Instabilidade
Formação irregular
Soluções:
Reduzir a quantidade de curvatura por passada
Aumentar o suporte ao material
Controlar a planicidade da superfície da chapa
Usar um método de laminação mais suave e em múltiplas etapas
10. Problemas Comuns e Soluções
1) Bordas retas excessivamente grandes nas duas extremidades
Causa:
Pré-curvatura insuficiente
Solução:
Aumentar a quantidade de pré-curvatura
Usar “pré-curvatura secundária”
2) Perímetro irregular, grande ovalização
Causa:
Ajuste desigual da posição dos rolos
Alimentação incorreta da chapa
Pressão desigual em ambos os lados
Tempo de laminação insuficiente
Grande diferença na força de retorno do material
Solução:
Corrigir o equilíbrio esquerdo-direito do equipamento
Ajustar a linha central
Adicionar um processo de arredondamento
Compensar a sobrelaminação do material
3) Desvio da chapa
Causa:
Desalinhamento da chapa
Erro de paralelismo dos rolos
Dispositivo guia não ajustado
Borda da chapa não reta
Solução:
Reajustar
Consultar o guia
Corrigir o paralelismo dos rolos
Aparar a borda da chapa
4) Forma cônica
Causa:
Desalinhamento da chapa
Solução:
Reajustar
Ajustar a diferença de pressão do rolo lateral
5) Riscos na superfície
Causas:
Objetos estranhos na superfície do rolo
Desgaste ou riscos na superfície do rolo
Partículas embutidas na superfície da chapa
Excesso de aperto
Soluções:
Limpar a superfície do rolo
Retificar ou reparar a superfície do rolo
Reforçar a proteção para materiais com alta exigência superficial
Reduzir a pressão de contato desnecessária
6) Deslizamento da chapa
Causas:
Pressão insuficiente
Manchas de óleo na superfície
Soluções:
Aumentar a força de fixação
Limpar as chapas
7) Ação hidráulica lenta ou fraca
Causas:
Óleo hidráulico insuficiente
Desgaste da bomba
Pressão anormal do sistema
Bloqueio do circuito de óleo
Temperatura do óleo excessivamente alta
Soluções:
Verificar o nível do óleo
Substituir o elemento filtrante
Verificar a bomba e as válvulas
Limpar o circuito de óleo
Controlar o tempo de operação contínua em alta carga
11. Guia de Manutenção (Pontos Principais)
1) Manutenção diária:
Limpar a superfície do rolo.
Inspecionar as linhas de óleo.
Inspecionar os fixadores.
Lubrificar os trilhos-guia.
2) Sistema hidráulico:
Trocar o óleo hidráulico a cada 2000 horas.
Limpar regularmente o elemento filtrante.
Verificar vazamentos de óleo.
3) Componentes mecânicos:
Inspecionar o desgaste dos rolos.
Inspecionar a temperatura dos rolamentos.
Garantir o paralelismo correto dos rolos.
4) Sistema elétrico:
Inspecionar a fiação.
Fazer backup dos parâmetros do PLC.
Calibrar o encoder.
12. Manutenção de Rotina
A manutenção é crucial para a operação estável e de longo prazo de uma curvadora de três rolos.
1) Manutenção de rotina
Limpar a superfície do equipamento, a superfície dos rolos e a área de trabalho.
Verificar vazamentos de óleo, vazamentos elétricos e peças soltas.
Remover cavacos de chapa, limalhas metálicas e escória de solda.
Verificar se os pontos de lubrificação estão funcionando corretamente.
Operar a curvadora de três rolos sem carga para confirmar o funcionamento suave.
2) Manutenção semanal
Verificar os fixadores.
Verificar a lubrificação dos rolos, trilhos-guia, correntes ou engrenagens.
Verificar linhas e conexões hidráulicas.
Observar alterações na temperatura do óleo e no ruído.
Verificar a suavidade dos principais movimentos.
3) Manutenção mensal
Verificar o nível de contaminação do óleo hidráulico.
Verificar a condição do elemento filtrante.
Verificar os terminais da fiação elétrica.
Verificar fins de curso e sensores.
Verificar o nivelamento do equipamento e o estado da fundação.
4) Revisão periódica
Substituir o óleo hidráulico.
Trocar os elementos de filtragem.
Verificar o desgaste dos rolamentos.
Verificar a precisão da superfície dos rolos.
Verificar o óleo da válvula redutora de pressão.
Executar calibração de precisão, se necessário.
13. Requisitos de Lubrificação
A lubrificação é um dos fatores-chave para a operação estável e de longo prazo de uma curvadora de chapas de três rolos.
Pontos de lubrificação:
Rolamentos dos rolos
Trilhos-guia
Fusos de avanço
Engrenagens
Correntes
Mecanismo de elevação
Outras conexões mecânicas
Princípio de lubrificação:
Operar de acordo com o óleo lubrificante e o ciclo de lubrificação especificados no manual de instruções.
Não misturar graxas inadequadas para diferentes partes.
Usar lubrificante com moderação; excesso de lubrificante pode atrair poeira.
Aumentar a frequência de inspeções em condições de alta temperatura e alta carga.
14. Procedimentos de Operação Segura
A curvadora de chapas de três rolos é uma máquina de conformação pesada; a segurança deve ser a principal consideração.
Princípios a seguir:
Os operadores devem ser treinados.
Não usar roupas largas, lenços ou luvas perto de partes giratórias.
Não colocar as mãos nos vãos entre os rolos.
Garantir que o equipamento pare completamente antes da descarga.
Peças grandes devem ser içadas.
Se forem detectados ruídos anormais, vibração, vazamento de óleo ou odor, pare imediatamente a curvadora de chapas de três rolos.
Antes de qualquer manutenção, a energia deve ser desligada, a pressão aliviada e placas de advertência devem ser afixadas.
Observação especial:
Ninguém deve ficar no lado para o qual a peça possa tombar enquanto o equipamento estiver em operação.
Ao laminar peças de grande diâmetro, evite ferimentos causados pela rolagem.
Deve haver suporte adequado ao laminar peças cônicas e chapas muito longas.
Qualquer sobrecarga pode danificar os rolos, cilindros e redutor.
15. Experiência Operacional e Recomendações
Essas experiências são extremamente úteis na produção real.
Produção experimental antes da produção em massa:
Para novos processos, materiais e dimensões, faça uma peça de teste para confirmar os parâmetros antes da produção em massa.
Cuidado com o retorno elástico. Não observe apenas as dimensões da máquina:
As dimensões reais após a descompressão são as dimensões verdadeiras.
Seja mais conservador ao usar chapas espessas e aço de alta resistência:
Reduzir a velocidade de laminação e aumentar a frequência de aplicação de pressão garante a segurança do equipamento e da peça.
A limpeza durante a operação é crucial. Peças que exigem alto acabamento superficial:
Até mesmo um pequeno cavaco metálico pode deixar um risco visível na superfície.
Estabeleça dispositivos de suspensão para içar equipamentos auxiliares:
Cilindros grandes são extremamente perigosos se perderem o equilíbrio.
Garanta distribuição uniforme da força:
A distribuição desigual da força em um lado frequentemente leva a formas elípticas ou torcidas.
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